Coordenadoria de Relações Étnico Raciais -Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade
  • COEMA realiza formação sobre letramento racial para servidores do Colégio de Aplicação da UFSC

    Nos dias 02, 03 e 04 de fevereiro, a Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou, no Colégio de Aplicação da UFSC, uma formação voltada ao letramento racial de servidores e servidoras da unidade. A formação fez parte da agenda da Parada pedagógica do Colégio.

    A atividade foi conduzida pelas assistentes sociais da COEMA/PROAFE Bárbara Nóbrega Simão, coordenadora da COEMA, e Juliane Pasqualeto, que abordaram fundamentos conceituais, marcos normativos e estratégias institucionais para a promoção da equidade racial no contexto educacional, com ênfase no papel de profissionais da educação na identificação e enfrentamento do racismo estrutural e institucional no cotidiano escolar.

    Participaram da formação cerca de 100 pessoas, entre docentes e servidores técnico-administrativos em educação do Colégio de Aplicação, constituindo um espaço de reflexão crítica, diálogo e construção coletiva de práticas pedagógicas e institucionais comprometidas com o enfrentamento ao racismo. A metodologia da formação foi composta por atividades práticas com debates em pequenos grupos, promovendo ampla participação.

    A iniciativa integra as ações da COEMA de assessoramento às unidades da UFSC, contribuindo para o fortalecimento de uma cultura institucional orientada pelos princípios da igualdade racial, dos direitos humanos e da educação para as relações étnico-raciais.

          

     


  • 📢 Processo Seletivo para Estágio Remunerado na COEMA – 2026

    A Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA), vinculada à Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE/UFSC), torna público o EDITAL Nº 001/COEMA/2026, que abre processo seletivo para contratação de 1 (um/a) estagiário/a não obrigatório/a remunerado/a, no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Estágio (PIBE).

    A vaga é destinada a estudantes do curso de Serviço Social da UFSC, com atuação voltada ao acolhimento e orientação de estudantes negros/as, indígenas e quilombolas, apoio a pesquisas e levantamentos institucionais, organização de eventos de visibilidade das questões étnico-raciais, atividades coletivas e acompanhamento do Programa de Monitoria Indígena e Quilombola.

    🔹 Carga horária: 20 horas semanais (4h diárias)
    🔹 Bolsa: R$ 787,98 + auxílio-transporte de R$ 220,00
    🔹 Período do estágio: de 02/03/2026 a 11/12/2026

    📌 A vaga será prioritariamente destinada a candidatos/as pretos/as, pardos/as, indígenas e quilombolas, conforme critérios de validação da PROAFE.

    🗓️ Inscrições

    As inscrições estarão abertas de 05 a 17 de fevereiro de 2026 e deverão ser realizadas por meio de formulário eletrônico, com o envio da documentação exigida no edital.

    📄 O processo seletivo será composto por:

    • Entrevista(50%)
    • Análise de currículo e formulário de inscrição(50%)

    📍 O resultado será divulgado no site da COEMA:
    👉 https://coema.ufsc.br/editais/

    📌 Para mais informações sobre requisitos, documentação necessária e etapas do processo seletivo, acesse o Edital Completo disponível aqui EDITAL_COEMA.


  • Mesa “Intelectuais Negras e Negros na Universidade” reúne docentes e comunidade no Auditório da Reitoria da UFSC

    A Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA), vinculada à Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE/UFSC), realizou no dia 26 de novembro de 2025, no Auditório da Reitoria 1, a mesa “Intelectuais Negras e Negros na Universidade”, integrando a programação do Novembro Negro na UFSC. 

    O encontro reuniu professoras, professores, estudantes, técnicas(os) administrativas(os) e público externo para refletir sobre trajetórias acadêmicas, produção de conhecimento e desafios enfrentados por intelectuais negros no ensino superior brasileiro.

    Abertura institucional

    A mediação do evento ficou a cargo de Beny, integrante do Coletivo MãEstudantes da UFSC – grupo parceiro da COEMA na construção da mesa.

     A abertura foi conduzida por Bárbara, que destacou a importância de fortalecer espaços de visibilidade e reconhecimento das trajetórias negras na universidade. 

    Em seguida, a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Marilise, realizou a fala institucional de boas-vindas, reafirmando o compromisso da PROAFE com políticas de equidade e permanência qualificada.

    Após a abertura, Bárbara apresentou o processo coletivo de organização da mesa e passou a condução para Beny.

    Trajetórias e reflexões dos convidados

    Beny explicou a dinâmica da mesa, com tempo de 20 minutos para cada exposição, e apresentou os três convidados:

    Prof. Dr. José Bento Rosa da Silva

    Historiador, professor associado da Universidade Federal de Pernambuco e pesquisador visitante no Instituto Kadila/UFSC. Possui trajetória consolidada nos estudos de História da África, diáspora africana, escravidão e memória, com atuação em centros de pesquisa nacionais e internacionais. É membro de grupos como o NEIIR/UFSC e fundador do NEAB-UFPE, acumulando experiência em redes de pesquisa afro-diaspóricas e decoloniais.

    Prof.ª Dr.ª Marília Carla de Mello Gaia

    Docente da Licenciatura em Educação do Campo (UFSC/CCA), com formação em Ciências Biológicas, Saúde Coletiva e Doutorado em Educação. Coordenadora do LECERA, atua com educação popular, agroecologia, reforma agrária e formação docente em contextos rurais, integrando também o GECA. Sua fala destacou perspectivas críticas da Educação do Campo e relações étnico-raciais.

    Prof.ª Dr.ª Karine de Souza Silva

    Professora dos Programas de Pós-Graduação em Direito e Relações Internacionais da UFSC, pesquisadora PQ/CNPq e docente do Instituto Rio Branco. Com experiência internacional em universidades da Europa, África e EUA, desenvolve pesquisas sobre epistemologias decoloniais, raça e relações internacionais, transnacionalismo negro, migrações e refúgios. É coordenadora da Cátedra UNESCO/Antonieta de Barros e do Améfrica-EIRENE.

    Debates e encerramento

    Após as exposições, Beny abriu o espaço de debate com o público, orientando que cada intervenção tivesse até três minutos e fosse realizada ao microfone para registro audiovisual. A troca de ideias ampliou as reflexões levantadas pelos palestrantes, abordando desafios estruturais, políticas de equidade e a centralidade dos saberes negros na universidade.

    Ao final, Bárbara agradeceu aos participantes, ao público presente e às equipes de apoio, encerrando oficialmente o evento.


  • Estudantes Indígenas do Sul em defesa de seus territórios na COP 30

    A Conferência das Partes (COP) constitui o órgão máximo de decisão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), reunindo 197 nações. Realizada anualmente desde 1995, sua função central é acompanhar e estabelecer acordos globais voltados ao enfrentamento da crise climática. Neste ano, a COP 30 ocorreu pela primeira vez no Brasil, tendo Belém como cidade anfitriã e palco das negociações internacionais sobre clima. O evento se dividiu entre a Zona Azul, onde aconteceram as negociações oficiais entre delegações e chefes de Estado, e a Zona Verde, espaço aberto ao público pré-selecionado, dedicado ao diálogo, à inovação e à apresentação de soluções climáticas por diversos atores da sociedade civil. A zona azul foi reconhecida por ser um espaço mais restrito. A maioria dos indígenas esteve somente na Aldeia COP – espaço mais aberto à participação do movimento indígena.

    Este evento internacional tem sido historicamente marcado pela disputa política em torno das decisões climáticas, muitas vezes entrando em embates econômicos, mas ainda assim, com potência para a ação coletiva e articulada dos movimentos sociais junto a decisões sobre o futuro e a defesa dos territórios. Entre as principais discussões em 2026 estiveram a redução de emissões de gases de efeito estufa, estratégias de adaptação, financiamento climático para nações em desenvolvimento, preservação de florestas e biodiversidade, justiça climática e os impactos sociais das mudanças no clima. É importante destacar que esta edição também ficou marcada pelo maior número de participantes indígenas já registrado em uma COP, sendo ao total 900 credenciais na zona azul. Ainda assim, havia demanda para maior acesso e participação e dificuldades para aprovação de algumas pautas.

    Créditos de imagem: Édina Barbosa Farias

    A COEMA conversou com estudantes indígenas que estiveram presentes no evento para conhecer suas experiências e impressões sobre os debates e decisões. A partir de seus diferentes lugares de participação, eles compartilharam perspectivas sobre os impactos das discussões para suas comunidades e formação acadêmica e destacaram a relevância da presença indígena na construção de soluções para a crise climática. Os estudantes destacam que o aumento expressivo de indígenas na COP Brasil é resultado da própria luta do movimento indígena e da articulação de indígenas que trabalham junto ao Estado.

    O estudante do curso de Relações Internacionais da UFSC, Eliel Ukan Patté Camlem, do povo Xokleng, participou do programa inédito  “Kuntari Katu: Líderes Indígenas na Política Global” promovido pelo Ministério dos Povos Indígenas (MPI) com objetivo de preparar jovens líderes indígenas no âmbito da diplomacia. Eliel foi um dos 30 jovens indígenas do Brasil, sendo um dos quatro da região Sul e o único da UFSC, selecionados para o programa, que capacitou sobre diplomacia, justiça climática, inglês, entre outros, e deu acesso à área azul. Eliel avalia que a significativa presença de indígenas do Brasil e de outros países foi fundamental para ampliar a voz dos povos indígenas e das demandas dos territórios na COP 30. Ele ainda ressalta que a sua atuação na COP 30 não seria a mesma se ele não tivesse um “pé no chão” – histórico de aprendizado junto à maior formação da vida política: o movimento indígena.

    Créditos de imagem: @jean_anjos11

    “Quando estamos nesta escola do movimento indígena (como diz o Kretã), a gente entende porque é importante estarmos nestas áreas institucionais de forma conectada à base do movimento indígena. Percebi como a universidade está desconectada da sociedade… a gente estuda, e parece um “ambiente mágico” de diplomacia. Quando estamos lá, vemos que nem tudo é tão diplomático assim, cada grupo está brigando por si mesmo. O movimento é nossa escola, ali aprendemos sobre nossos direitos e como lutar por eles. Os povos indígenas já faziam diplomacia, mesmo antes da colonização. A gente não falava a mesma língua e lutava por territórios, havia necessidade de negociação, acordos políticos entre nós. Sabemos que quem conta “a história” são os “vencedores”, mas também sabemos que fomos nós que escolhemos não morrer mais, e negociar com os colonizadores” (Eliel Ukan Patté Camlém , dezembro de 2025).

    Também a estudante do curso de cinema da UFSC, Édina Barbosa Farias, do povo Kaingang, pontua que sua participação na COP 30 ficou ligada à parte de cobertura do evento, junto à delegação de “comunicação” da Articulação dos Povos Indígenas do Sul (ARPINSUL) e sob coordenação da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB). Seu foco de trabalho foi mais na “Aldeia COP”, na Universidade Federal do Pará (UFPA) e na área verde, durante a mesa “Vozes do Sul – conexões e contrastes indígenas na luta por território e clima”, ocorrida em 17 de novembro de 2025. A estudante reflete que o espaço promoveu articulação política entre lideranças e movimento indígena, trazendo a representatividade dos povos do sul dentro de um contexto que tende a negar até mesmo sua existência. Relata que experienciou cenas de racismo anti indígena quando dizia ser indígena de fora do ambiente amazônico.  Se preocupa com o fato de que há uma centralidade da COP 30 no bioma amazônico, sendo que demais biomas por vezes ficam “esquecidos” no debate e defende que a presença dos indígenas do sul foi essencial trazendo as questões da mata atlântica para o centro do debate, afinal as mudanças climáticas afetam a todos os biomas e estes estão articulados entre si, numa relação de codependência ambiental. Sua experiência também aponta para a importância dos aprendizados junto ao movimento indígena.

    Créditos da Imagem: @than.pataxo

    “Para mim, quando a gente faz a comunicação para os povos indígenas, vejo que tomamos uma posição: falamos como indígenas, mas precisamos conhecer os dois lados. Esta experiência como comunicadora da COP eu já tenho dentro do movimento indígena, não foi muito diferente, mas encontrei mais barreiras de acesso na COP.  A gente teve que se adaptar a um espaço que não é nosso na COP, pois a COP aconteceu aqui mas não é algo nosso” (Édina Barbosa Farias, dezembro de 2025).

    Também estiveram no evento, os estudantes Jucelino Senei Filho do curso de Jornalismo e o estudante Woie Criri Patté, doutorando em Educação,  ambos do povo Laklãnõ Xokleng atuantes em diferentes questões do evento. A presença e agência dos estudantes indígenas do sul em espaços disputados como a COP 30, apontam caminhos para a universidade como um todo. Uma das questões envolve compreendermos o movimento indígena como “escola” e formação de base da maioria dos estudantes indígenas na UFSC, criando pontes pedagógicas em sala de aula, aproximando os estudos teóricos das realidades cotidianas nos territórios. A COEMA/PROAFE reconhece a necessidade de aprendermos com os indígenas, dentro e fora da universidade, e ressalta a relevância da presença dos indígenas do sul em espaços como a COP 30.  

     


  • Desafios da Carreira Acadêmica é tema de debate no Novembro Negro

    A COEMA/PROAFE promove junto com o Coletivo MãEstudantes a mesa redonda “Intelectuais negras e negros e a Universidade” com objetivo de visibilizar os desafios da vida acadêmica a partir da trajetória de importantes docentes negras e negros.

    A mesa recebe três intelectuais: a Profa Dra Karine Silva (PPGRI/PPGD), o Prof Dr José Bento (PPGHI) e a Profa Dra Marília Gaia (CCA). O encontro ocorre no dia 26 de novembro, às 17h30, no Auditório da Reitoria I, sob coordenação da atividade pela servidora Bárbara Nobrega (COEMA/PROAFE) e com a mediação da estudante Beny Simba (Coletivo MãEstudantes).

    A atividade prevê certificação de 03h para os inscritos no link e contará com a participação da Livraria Livros e Livros durante o evento, com obras relacionadas ao tema. Siga as redes sociais da PROAFE e o site do Novembro Negro.

    O encontro será transmitido pela TV UFSC, ao vivo, para todos os campi da UFSC e a Livraria Livros e Livros estará presente no evento, com a venda de obras relacionadas ao tema.

     


  • Novembro Negro 2025

    A Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA) e a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) convidam toda a comunidade universitária e o público externo a participar das atividades do Novembro Negro, realizadas ao longo de todo o mês em que se celebra o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.

    O Novembro Negro na UFSC é um espaço de reflexão, aprendizado e celebração das lutas e conquistas do povo negro, reafirmando o compromisso institucional com a promoção da equidade racial e o enfrentamento ao racismo. A programação inclui debates, rodas de conversa, oficinas, apresentações culturais e outras ações voltadas ao fortalecimento das relações étnico-raciais na Universidade.

    As propostas de atividades e eventos podem ser enviadas até 31 de outubro, por meio do formulário on line disponível na página novembronegro.ufsc.br. A COEMA e a PROAFE reforçam o convite para que todas as unidades, coletivos e grupos de pesquisa participem dessa construção coletiva, ampliando o diálogo e a visibilidade das iniciativas antirracistas dentro e fora da UFSC.

     


  • Audiência pública discute política de permanência para estudantes indígenas e quilombolas na UFSC

    Em 20 de agosto de 2025, a UFSC realizou uma audiência pública para discutir a proposta de Política Institucional para o Ingresso e Permanência de Estudantes Indígenas e Quilombolas. O encontro aconteceu no auditório da Reitoria I, com transmissão pela TV UFSC, e abriu espaço para contribuições até 31 de agosto na plataforma Participa + Brasil.

    O debate destacou a necessidade de consolidar as ações afirmativas para indígenas e quilombolas de forma estruturada, envolvendo critérios específicos de ingresso, validação da autodeclaração e mecanismos de apoio pedagógico e de assistência estudantil. A proposta também define responsabilidades institucionais das pró-reitorias e secretarias da universidade.

    As falas iniciais ressaltaram o impacto da presença indígena e quilombola na UFSC. A pró-reitora da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, Simone Sobral Sampaio, destacou a importância da “justiça epistêmica”, ou seja, o reconhecimento de diferentes saberes como fundamentais para a produção de conhecimento. Já a diretora da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade , Marilise Sayão, lembrou os 17 anos de ações afirmativas na instituição e enfatizou o protagonismo dos estudantes na construção dessa política.

    A minuta contempla princípios como combate ao racismo institucional, valorização da diversidade étnico-cultural e respeito ao consentimento livre e informado das comunidades. Entre as medidas propostas estão bolsas de auxílio, moradias específicas, apoio no Restaurante Universitário e estratégias pedagógicas que considerem línguas e saberes tradicionais. O documento também prevê que ensino, pesquisa e extensão incorporem a perspectiva indígena e quilombola em todos os níveis de formação.

    O processo de elaboração começou com um grupo de trabalho instituído em 2023, com 59 reuniões e participação de 75 pessoas, incluindo 40 estudantes indígenas e quilombolas. Atualmente, a UFSC conta com 187 estudantes indígenas e 55 quilombolas, e a nova política é considerada pioneira no país por articular de forma abrangente ingresso e permanência qualificada.

    Esta é uma importante iniciativa que visa sistematizar as ações desenvolvidas para esses estudantes, reafirmando o compromisso da UFSC com a diversidade, a equidade e a democratização do acesso ao ensino superior.

    Assista à audiência na íntegra:

    Audiência Pública

    Créditos de imagem: @edinamigfekanhgag

      

     

     


  • Audiência Pública sobre Permanência Indígena e Quilombola

    A Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA) da PROAFE (Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade), em parceria com a PRAE (Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis) e a PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação), iniciou a construção da Política Institucional para a Permanência Indígena e Quilombola na UFSC, por meio de um Grupo de Trabalho que contou com estudantes, servidores e representantes de movimentos sociais.

    Após cerca de dois anos de debates e construção coletiva, a minuta da política está pronta e disponível para consulta: Link da minuta

    A Audiência Pública será realizada no dia 20 de agosto de 2025, às 14h, no Auditório da Reitoria 1, Campus Trindade, e também poderá ser acompanhada on-line pelo YouTube da UFSC.

    A participação da comunidade é fundamental para fortalecer a política e garantir a permanência dos estudantes indígenas e quilombolas na universidade.


  • Recepção aos Estudantes Indígenas e Quilombolas 2025.2

    Em 11 de agosto de 2025, o Bloco E do CFH sediou uma significativa ação organizada pela Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA), em parceria com outros setores da UFSC e com a participação de estudantes, voltada ao acolhimento de estudantes indígenas e quilombolas. Realizada no início de cada semestre, essa iniciativa desempenha papel fundamental na promoção da permanência desses estudantes na Universidade.

    O encontro teve como objetivo receber os novos ingressantes, promover o intercâmbio de experiências culturais e estreitar os vínculos com a comunidade acadêmica.

    Participaram, além dos estudantes, o reitor Irineu Manoel de Souza, a vice-reitora Joana Célia dos Passos, as pró-reitoras Leslie Sedrez Chaves (Ações Afirmativas e Equidade – PROAFE), Simone Sobral Sampaio (Permanência e Assuntos Estudantis – PRAE) e Dilceane Carraro (Graduação – PROGRAD), acompanhadas pelas equipes técnicas das três pró-reitorias, bem como lideranças do Quilombo Vidal Martins.

    A ação reafirma o compromisso da UFSC com a valorização da diversidade e da inclusão, criando um ambiente receptivo e respeitoso para todos os seus discentes.

      


  • 📣 RECEPÇÃO ESTUDANTES INDÍGENAS E QUILOMBOLAS

    A Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (COEMA/PROAFE) convida estudantes indígenas e quilombolas, calouros e veteranos, do campus de Florianópolis, para participarem da Recepção 2025.2.

    A atividade tem como objetivo acolher os estudantes no início do semestre letivo e promover um momento de integração, troca de experiências e fortalecimento dos vínculos com a universidade.

    📅 Data: 11 de agosto de 2025 (segunda-feira)
    🕓 Horário: das 16h às 19h
    📍 Local: Auditório do Bloco E – CFH | UFSC – Campus Florianópolis

    Sua presença é muito importante!
    Participe e compartilhe com seus colegas! 🌿

     

    🔔 Atenção: Caso você necessite de recursos de acessibilidade, pedimos que entre em contato previamente com a COEMA para que possamos providenciar o suporte necessário.